António Guterres : de cumplice silencioso a apologista das forças
do Mal
Ao primeiro ministro de Portugal, cúmplice no plano diabólico
para reduzir a Humanidade à escravatura através de um governo
mundial ou a sua destruição por Holocausto Nuclear
A 10 de Outubro de 1998 fizemos uma apelo para que o senhor se opusesse
à preparação da OTAN para agredir à Sérvia.
Ao contrário dos três vice-presidentes da Assembleia da
Republica, o senhor tornou-se entretanto em apologista da demência
destruidora das forças do mal, em cúmplice da conspiração
mais horrível jamais tramada contra a Humanidade.
O senhor escondeu durante treze dias aos portugueses as razões
da entrada em guerra contra um país soberano, que não atacou
Portugal nem qualquer dos seus aliados.
Só ao fim de 14 dias tentou explicar aos Portugueses o inexplicável.
14 dias em que os povos da Sérvia foram submetidos ao maior
bombardeamento da História.
14 dias em que assistimos a horrendos crimes de guerra.
O senhor tornou-se cúmplice do bombardeamento de populações
civis, entre os quais a destruição :
de dois edificios civis no centro de Belgrado, a 50 metros da maior maternidade
dos Balcãs, por 8 mísseis de cruzeiro
das pontes da cidade de Novi Sad, crime agravado ainda pelo facto de nesse
momento aí circularem pessoas
da fábrica Zastava de Kragujevac, com a chacina dos operários
que aí, desde a primeira noite de terror, em vigilia, de velas acesas
na noite, mantinham a vã esperança de que o seu ganha-pão
não fosse destruído pelas bombas.
O senhor tornou-se cumplice do uso de armas proibidas, entre os quais :
bombas de fragmentação BLU/97 AB (provado em imagens da televisão
portuguesa)
armamento (cuja natureza exacta não foi possível ainda especificar)
com componentes radioativas, denunciado hoje pelo ministro dos Negócios
Estrangeiros da Rússia, Igor Ivanov.
O senhor tentou justificar estes crimes com a história cozinhada
por Clinton, Blair, Schröder e Chirac, com os refugiados albaneses
sofrendo o genocidio e a limpeza étnica.
O senhor esconde que foi a NATO, reduzindo o Kosovo a escombros, a
provocar a crise dos refugiados; que esses refugiados chegaram à
fronteira sem sinais de terem sido físicamente molestados pelos
Sérvios.
O senhor esconde que em 1998, em situação de guerra civil,
houve 1248 mortes violentas no Kosovo e 430 na capital americana, Washington
D.C..
E que dizer de tentar provar o genocidio, tendo como unica prova material
uma cassete video:
quais as provas de que se não trata de elementos do UCK ? ou de
elementos que tentaram escapar ao recrutamento do UCK?
como usar a palavra genocidio a partir de alguns cadáveres, numa
zona aonde decorre uma guerra civil ?
Como o primeiro ministro israelita Netanyahu disse : tais acusações
são um insulto à memória das vitimas do genocidio
contra os judeus.
E sobre esse sujeito deixamos apenas uma pergunta ao povo português.
O que era mais fácil de prever :
arrasar o Kosovo à bomba provocaria um crise de refugiados ?
a Rússia entrará na guerra, antes que a Sérvia seja
totalmente arrasada, provocando assim o holocausto nuclear ?
Senhor ministro, o senhor fêz-nos sentir vergonha de sermos portuguêses.
Grupo Português "Não à terceira guerra
mundial", 9 de Abril de 1999
Outros crimes de guerra desde 9 de Abril até 16 de Maio de
1999
comboio atacado, piloto voltou para bombardear de novo, segundo as vítimas-
NATO diz ser acidente
70 refugiados albaneses VOLTANDO ao Kosovo bombardeadas - NATO diz "Foram
os Sérvios", admite 24 horas depois, diz ter sido acidente. Vítimas
dizem que foram bombardeados 4 vezes.