Formula 1 e atletismo - como as massas são enganadas e porquê
Compreender a campanha dos mídias para a promoção
da Formula 1 como desporto ao mesmo tempo que se tenta destruir, através
de censura e mentiras, o atletismo - eis um um bom ponto de partida para
compreender as técnicas e fins do anticristo. Como em todas as outras
campanhas de intoxicação ideológica visando destruir
os valores fundamentais da sociedade natural, também neste caso
a intensidade subiu até atingir agora niveis que poucos poderiam
imaginar ainda há alguns anos atrás. Vejamos os factos, ilustrados
com acontecimentos de Março de 2001 no atletismo (Mundiais de Pista
Coberta e Corta Mato) e Formula 1 (GP da Malásia).
Movimento, competição justa e respeito pelo
próprio corpo
Movimento é natural. Nada é mais natural do que correr
e saltar.
Movimento é natural. Competição justa (baseada em
igualdade de meios utilisados) é natural. O respeito pelo próprio
corpo é natural. Estas três componentes são peças
do mesmo sistema natural, com o fim de fortalecer o corpo e prevenir o
perigo do qual o ser humano (ao contrário dos animais) não
está imune : a dependência das drogas leves (cigarros, álcool,
açucar, etc) ou duras (heroína, cocaína, etc).
Atletismo, o desporto mais natural
Carlos Lopes - lenda e prova
Nada é mais natural do que correr e saltar. Nenhuma competição
é mais justa do que as corridas, em particular o corta-mato
(cross), meio fundo (800 metros e 1500 metros) e fundo (3000 metros obstáculos,
5000, 10000 metros e maratona) :
apenas é necessário um corpo saudável - nem a qualidade
dos sapatos importa. Basta lembrar o exemplo de Abebe, o etíope
que descalço ganhou a maratona em 1960, em Roma
é hoje um desporto verdadeiramente universal, praticados no cinco
cantos do planeta. Isto deve-se claro às duas razões apontadas
anteriormente.
não é possível fazer campeões no laboratório
- basta ver que as nações "ricas", desde que atletas de todo
o mundo têem a possibilidade de competir em campeonatos mundias,
recolhem a casa de bolsos vazios (com pequenas execepções
como os alemães Dieter Baumann em 1992 e Niels Schumann em 2000)
os campeões não estão condenados a estoirar ao fim
de poucos anos. Veja-se por exemplo o caso de Carlos Lopes, campeão
mundial de cross em 1976 e novamente nove anos depois 1985 (com 39 anos).
Pelo contrário. A maratona é o melhor exemplo : a maior
parte dos grandes maratonistas teve uma longa carreira no meio-dundo e
fundo antes. Que melhor exemplo de novo do que o legendário Carlos
Lopes ?
a corpulência física ou a raça (ao contrário
dos desportos de combate) não é um fator para provocar uma
desvantagem à partida. Veja-se o caso dos 800 metros (o recordista
mundial é Kipketer, de origem o queniana; o vencedor nos campeonatos
de pista coberta em Lisboa, 2001, um eslavo - o russo Barzakovskiy) ou
dos 1500 metros (o recordista mundial é o marroquino El-Guerrouj;
o vencedor nos campeonatos de pista coberta em Lisboa, 2001, o português
Rui Silva).
A censura ao Atletismo
Vejamos alguns fatos sobre a censura ao atletismo.
Exemplo dos Campeonatos Mundiais em Lisboa, 2001
(em construção)
Exemplo dos Campeonatos Mundiais de Corta Mato, 2001
O caso da Suiça é particularmente revelador, pois é
um país aonde o atletismo e as corridas de corta-mato são
particularmente populares :
o meeting de Zürich é em cada ano um dos trés programas
desportivos com as maiores quotas de TV
há várias corridas com mais de 10,000 participantes (escalade
de Genebra, Uster, Bern, Morat-Fribourg)
No dia a seguir ao mundial, o Tages Anzeiger, maior jornal dário
de notícias, na sua edição de desporto de 10 páginas
(náo hã jornais desportivos na Suiça), dedica uma
coluna (1/8 de uma página) ao cross. Só comenta a atuação
dos suiços, censurando completamente o resto.
(em construção)
A campanha para a destruição do Atletismo
Barcelona 1992 - Dieter Baumann vence os 5000 metros
Ao lermos os mídia é fácil ver a campanha para, associando
o doping ao atletismo, destruir o interesse da juventude pelo movimento,
contribuindo assim para a perda de respeito para com o seu corpo e a sua
fragilidade face à depêndencia física. Nenhum caso
ilustra melhor isso do que o de Dieter Baumann. (em construção)
Fórmula 1, o "desporto" mais desnaturado
(em construção)
A campanha para a promoção da Fórmula 1
(em construção)
Ligações
Destruindo os valores da sociedade natural
Desporto - como o futebol profissional é utilizado hoje (em construção)